Página Inicial
Apresentação
Edição Atual
Próxima Edição
Edição Anterior
Todas as Edições
Todos os Articulistas
Congressos e Eventos
Projetos Especiais
Cadastre-se
Fale Conosco

Fizemos um profundo estudo sobre o cenário de médio e de longo prazos do sistema sucroenergético. Por mais emocional que o assunto esteja sendo conduzido, buscamos identificar um sentido racional, que pudesse nortear as atitudes que todos os envolvidos no sistema sucroenergético deveriam adotar para fazer com que ele se estabeleça, de vez, como uma peça definitiva e madura na matriz energética brasileira.
Assumimos como princípio nessa edição que existem possibilidades de que o setor sucroenergético e o Governo Federal trabalhem num mecanismo anuente, estratégico, parceiro e cúmplice para este fim. Assumimos também como real, que interessa a todos os envolvidos, o futuro de nossa Nação, do nosso Povo e da nossa Empresa e que a harmonia entre eles, gerará uma condição verdadeiramente plena e saudável de prosperidade.

Nesta edição fizemos uma profunda análise sobre “o estado-da-arte da tecnologia industrial sucroenergética“. Reunimos os mais respeitados e consagrados especialistas do país, apresentando seus casos de sucesso, envolvendo todas as etapas do processo produtivo do açúcar, do álcool e da bioeletricidade. Confira.

Falamos nesta edição sobre melhoramento genético e manejo varietal, ambientes de produção, análise, preparo de solo e plantio, tratos culturais, colheita mecanizada da cana e do palhiço, georeferenciamento, carregamento e transporte, dentre outros assuntos, expondo as mais modernas técnicas operacionais e inovações aplicadas em todas as fases e operações agrícolas da produção da cana-de-açúcar. Trabalhamos tendo como referência que para termos uma boa colheita, temos que ter tido um bom plantio. E que, para termos um bom plantio, precisamos ter tido um bom preparo do solo.
A energia por um fio
Jan-Mar 2013

A energia está realmente por um fio?
O risco de racionamento é maior do que o governo quer admitir ou está realmente tudo sob controle? E se ocorrer um PIBão ou pelo mesmo se ele tiver um percentual mais razoável, o que poderá ocorrer? Como serão os próximos anos? Como o setor sucroenergético e o de bioenergia, de um modo geral, pode ajudar? Em que quantidade? Em que tempo? Sob quais regras? Sob quais riscos? Sob qual cenário? A cogeração é tratada como uma opção real? O que está acontecendo é uma crise cantada em prosa e verso ou uma grande oportunidade para a cogeração a partir da biomassa, vinhaça, gás, biogás, palha, dentre outros?

Qual é a melhor opção para que o setor de açúcar, álcool e bioenergia se coloque num rumo de crescimento real, seguro e contínuo? Ele será capaz de alicerçar uma estrutura profissional de representação nacional, focada, ajustada e articulada, envolvendo todos os players interessados no setor? Ele terá condições de fechar com o Governo Federal uma proposta firme com metas pontuais, numa parceria responsável, com benefícios mútuos, claramente definidos e aferíveis. O setor sucroenergético tem espaço, condições e competência para isto? São estas questões que esta edição questionou. Confira.

Aonde está pegando? O que deve ser parado ou iniciado? O que deve ser mudado? Quem deve sair ou entrar? O que deve ser retomado? O que, afinal, deve ser feito para que o sistema sucroenergético realmente decole.
Nesta edição trabalhamos a “Retomada do crescimento do setor sucroenergético”, considerando as variáveis básicas envolvidas neste assunto como mercados, produção, custos, dentre outros, tendo como ênfase a representatividade do setor, a estruturação do relacionamento de parcerias e compromissos com o Governo para uma definição pactuada de políticas publicas, num cenário claro e definido envolvendo fornecedores, produtores, governo, trabalhadores e consumidores. Temos pela frente um novo tempo. Confira.

Fizemos nesta edição uma análise sobre "O futuro da tecnologia no sistema sucroenergético". Esta ediçlão foi montada em parceria com o CTC, Centro de Tecnologia Canavieira, que identificou, dentro do seu ambiente de pesquisa, os trabalhos em desenvolvimento que sinalizam as tendências e os contornos de como se definirá o futuro para o setor do açúcar, do etanol e da bioeletricidade.

Embora mantendo a prática da busca pela informação útil, usual da Revista Opiniões, esta edição teve como objetivo, através da exposição do trabalho dos grupos que coordenam, homenagear os homens e as mulheres que dedicam suas vidas ao desenvolvimento da humanidade, que encontram prazer, motivo e significado da existência na renúncia do sono, do convívio e do conforto, em favor do avanço da ciência. Também homenageamos os Mecenas, os executivos que, mesmo representando os interesses naturais dos resultados das empresas, têm nas suas decisões a opção de autorizar a ir mais longe, de acreditar no que os olhos ainda não conseguem ver.


Fizemos nesta edição uma profunda análise sobre a “Expansão da produção do sistema sucroenergético”, considerando as variáveis envolvidas na ampliação e consolidação do mercado de etanol; o cenário de segurança necessário para a decisão do efetivo investimento no aumento da produção da cana-de-açúcar; o fundamental posicionamento por parte do Governo sinalizando e definindo uma clara política estratégica, fiscal, tributária e operacional, envolvendo a matriz e a relação de convivência e parceria; e completando, como peça fundamental na articulação de todos estes assuntos, tratamos das definições da representação do setor junto ao Governo e sociedade. Todos estes assuntos foram analisados sob os aspectos estratégico, empresarial, político, mercadológico, econômico e financeiro, no médio e longo prazos.

Esta edição especial da Revista Opiniões foi composta, com exclusividade, por todas as palestras realizadas no Fórum Internacional sobre o Futuro do Etanol 2011, o já considerado mais importante evento anual do setor sucroenergético, envolvendo a participação dos mais respeitáveis executivos e consultores do país, analisando os aspectos agrícola, industrial, tecnológico e estratégico operacional para a consolidação do Etanol e da Bioeletricidade como fontes renováveis mundiais de energia. O que 578 executivos tiveram a oportunidade de assistir ao vivo foi levado para todos os executivos de todos os níveis de todo o sistema cana-etanol-açúcar do país.

O setor sucroenergético pode dobrar de tamanho. O acerto de alguns poucos detalhes poderá desencadear este movimento. Em 2005 tínhamos 330 usinas que moíam 385 milhões de ton de cana e atendiam próximo a 100% do mercado. De 2005 a 2010 foram construídas 112 usinas, elevando a produção para 622 milhões de ton. Há ainda um imenso espaço. Em 10 anos o consumo deve sair dos atuais 27 para 73 bilhões de litros de etanol, para atender apenas 66% do mercado potencial. Deveremos elevar a produção de cana para 1,4 bilhão de ton, implantar 133 novas usinas, expandir a área plantada para 18 milhões de ha – num investimento que beira R$ 100 Bilhões. A questão não será recursos. Os fundos, a Petrobras, o Bndes, o setor e os novos players que observam esse movimento, bancarão essa ampliação. Qual é a capacidade da agricultura e da indústria de responder a este chamado? E a ANP, no que poderá ajudar? E os EUA, abrirão realmente suas portas? Quem coordenará esse processo? Qual é a sua opinião sobre tudo isso? Confira nesta edição as opiniões de um seletíssimo grupo de articulistas.

ENGLISH VERSION: We performed an in-depth analysis of all sugarcane production processes, bringing together a number of renowned and recognized specialists from around the country, who covered topics such as soil preparation, manual planting, mechanical planting, treatment of cane plant and ratoons, manual harvesting, mechanical harvesting, loading and transporting. Check out the articles.

VERSÃO EM PORTUGUÊS: Fizemos uma profunda análise sobre “todos os processos da produção da cana-de-açúcar”, reunindo respeitados e consagrados especialistas do país, envolvendo o preparo do solo, plantio manual, plantio mecanizado, tratos culturais da cana planta e da cana soca, colheita manual, colheita mecanizada, carregamento e transporte. Confira os artigos.

ENGLISH VERSION: In this edition we did an in-depth analysis of the most advanced and modern technologies available for the production of sugar, ethanol and bioelectricity, considering the processes and equipment applied in each production stage, from the reception of the sugarcane to the storage of end products. Ckeck it out.

VERSÃO EM PORTUGUÊS: Fizemos nesta edição uma profunda análise sobre as mais avançadas e modernas tecnologias disponibilizadas para a produção do açúcar, do álcool e da bioeletricidade, considerando os processos e equipamentos envolvidos em cada uma das etapas produtivas, desde a recepção da cana-de-açúcar até a armazenagem dos seus produtos finais. Confira.

ENGLISH VERSION: This year the main theme at the International Forum on the future of Ethanol was “From Alcohol to Ethanol”, which will break down as follows: the globalization of ethanol production; the globalization of ethanol consumption, and the globalization of ownership of Brazilian mills.

VERSÃO EM PORTUGUÊS: O tema central do Fórum Internacional sobre o Futuro do Álcool deste ano foi “Do álcool para o etanol” avaliando, como estrutura do tema a mundialização da produção do etanol, a internacionalização do seu consumo e a internacionalização da propriedade das usinas brasileiras.

ENGLISH VERSION: What is the current scenario in the sugar and ethanol industry? Where exactly are we right now? What were the actual consequences of all that happened in the recent past, what do we still have to face going forward, in what direction are current decisions taking us, and what must we do to consolidate the domestic and global markets for ethanol, sugar and the co-generation of energy? In this edition, see the analysis of the sugar and ethanol industry made by renowned specialists.

VERSÃO EM PORTUGUÊS: Qual é o cenário atual do setor sucroalcooleiro? Aonde exatamente estamos agora? Quais foram os reais reflexos de tudo o que aconteceu neste passado recente, quais são as conseqüências que temos ainda que administrar, qual a direção que as decisões atuais estão nos levando e, o que nos cabe fazer para consolidar as excelentes previsões que os mercados nacional e mundial fazem para o álcool, para o açúcar e para a cogeração de energia. Veja nesta edição a análise feita por respeitáveis autoridades sobre o setor sucroalcooleiro.

ENGLISH VERSION: In this edition we did an in-depth analysis of technology advancements in sugarcane production, congregating the country’s most respected and acclaimed scientists, covering the issues of genetic improvement, management of different varieties, production environments, soil and planting preparation, crop treatment, pests and diseases, chaffing, cutting, loading and transportation, presenting the most up to date operational techniques and innovations applied in all phases of sugarcane agricultural operations.

VERSÃO EM PORTUGUÊS: Nesta edição fizemos uma profunda análise sobre os avanços da tecnologia da produção da Cana-de-Açúcar, reunindo os mais respeita-dos e consagrados Cientistas do país, falando sobre melhoramento genético e manejo varietal, ambientes de produção, preparo de solo e plantio, tratos culturais, pragas e doenças, palhiço, corte, carregamento e transporte, expondo as mais modernas técnicas operacionais e inovações aplicadas em todas as fases e operações agrícolas da produção da cana-de-açúcar.

ENGLISH VERSION: Ownership internationalization of Brazilian mills is a process occurring through the acquisition of shareholder control, by becoming a partner, or indirectly, through investment in shares traded in Stock Exchanges. This is a fact and it is irreversible. The inflow of new money eliminates difficulties faced because of the global crisis and makes funds available for modernization and expansion of the ethanol, sugar and bioelectricity markets. The industry is enyoying a new era. What might mean loss of control over such an important segment of Brazilian industry, is actually the leverage needed for the internationalization of consumption and the worldwide dissemination of ethanol and sugar from sugarcane.

VERSÃO EM PORTUGUÊS: A internacionalização da propriedade das Usinas brasileiras é um processo que está ocorrendo pela compra do controle acionário, como sócio ou por investimento indireto através das ações em bolsas. Este é um fato sem volta. A entrada de dinheiro novo repara as dificuldades enfrentadas com a crise mundial e disponibiliza os recursos para a modernização e expansão do mercado do etanol, do açúcar e da bioletricidade. O setor vive um novo tempo. O que poderia significar a perda do controle de um segmento tão importante da economia nacional representa a alavancagem necessária para a internacionalização do consumo e a mundialização da produção do etanol e do açúcar de cana.

ENGLISH VERSION: There is no other alternative to the evolution of mankind that does not contemplate using clean and renewable energy. Ethanol and co-generation have become essential, practical, immediate, feasible, efficient, and truly economic tools. We have 10 years to implement the actions that will assure an increase of “only” 2 ºC in the Earth’s average temperature, the limit for human beings to be able to adapt to climate changes that have already begun. No mathematical model can predict what will happen above this limit. The duration and intensity of droughts, the consequences for agriculture and the hydric regime, the fury of storms, the violence of hurricanes, the increase in contagious diseases - all this becomes unimaginable… Nobody, no company, no business, nowhere, will be safe.

VERSÃO PORTUGUÊS: Não existe outra opção à continuidade da evolução da humanidade sem a utilização de energias limpas e renováveis. O etanol e a cogeração tornaram-se ferramentas imediatas, fundamentais, práticas, viáveis, eficazes, eficientes e, efetivamente, econômicas. Temos dez anos para implantar as ações que assegurarão um aumento de “apenas” 2 ºC na temperatura média mundial, limite para que os seres humanos consigam se adaptar às alterações climáticas, que já começaram. Nenhum modelo matemático consegue prever o que virá acima desse limite. É inimaginável a duração e a intensidade das secas, dos reflexos na agricultura e no regime hídrico, a fúria das tempestades, a violência dos furacões, a elevação das doenças infectocontagiosas... Ninguém, nenhuma empresa, nenhum negócio, em nenhum lugar, estará a salvo.
Ethanol Summit 2009
Jul-Set 2009

ENGLISH VERSION: During 3 days, more than 1,000 executives from around the world attended the Ethanol Summit – the most important event in the sugar-based energy industry, which offered 150 presentations in 25 panels and 6 plenary sessions. This special edition, in Portuguese and English, presents exclusive articles written for Opiniões magazine by the participants of the roundtables that took place at the Summit, which are the updated summary of the issues covered in those panels.

VERSÃO EM PORTUGUÊS: Durante 3 dias, mais de 1.000 executivos de todas as partes do mundo participaram do Ethanol Summit - o mais importante evento do setor sucroenergético mundial, composto por 150 palestras, distribuídas em 25 painéis e 6 plenárias. Esta edição especial, em português e inglês, traz, através de artigos escritos com exclusividade para a Revista Opiniões pelos participantes de tais mesas de trabalho, o extrato, no estado-da-arte, dos assuntos apresentados em tais painéis.

Quais são as ações que estão sendo ou, deveriam ser efetivamente tomadas, para sanear e reestruturar as empresas e o sistema sucroalcooleiro como um todo? Reunimos nessa edição respeitáveis executivos de Consultorias, Bancos, Tradings, Entidades, Usinas e Investidores para avaliarem esse assunto.

Analisamos, nesta edição, o atual Cenário Econômico Mundial, considerando o panorama imediato e as perspectivas de médio e longo prazos, especificamente para os mercados de açúcar e álcool, para a agricultura brasileira de um modo geral e para o Brasil como um todo. Montando um time com grandes autoridades do país envolvendo ministros e ex-ministros da Agricultura e Fazenda, consultores, investidores, especialistas de mercado, bancos e entidades.

Nenhuma nação do mundo irá trocar a segurança de uma multiplicidade de fornecedores, por mais instável, caro e finito que seja o petróleo, por um outro produto que seja fornecido por um único país: o Brasil. Assim, se desejamos realmente trabalhar para que o álcool venha a se tornar uma commodity, teremos, obrigatoriamente, que implantar a cultura canavieira em outros países do mundo.
São candidatos naturais todos os países de clima tropical, com grandes extensões territoriais. Nesta situação, a África coloca-se como uma excelente opção. No que se refere à logística, tem uma condição excepcional: a África fica no centro do mundo. Todas as rotas de navios-tanques circundam suas costas. Veja todos os detalhes deste mega projeto mundial nas matérias desta edição.

Estamos expondo, nesta edição, os projetos em desenvolvimento nos mais avançados centros de pesquisas da tecnologia agrícola, com o estado-da-arte da busca da transformação genética visando a incorporação de características agronômicas à cana-de-açúcar, detalhando as linhas direcionais dos projetos de cada instituição, os avanços das pesquisas sobre genomas e genomas funcionais, envolvendo estresse por seca, calor, frio, toxicidade química, pragas e doenças, na busca pela variedade ideal para o tipo de solo exclusivo, no local geográfico específico, para uma aplicação definida.

Neste ano, vimos o consumo de álcool no país igualar-se ao de gasolina, trazendo à tona um dos principais desafios do setor sucroalcooleiro, que é tornar adequado o sistema logístico da distribuição do álcool, com a crescente oferta do produto para o mercado interno. Se por um lado, este fato traz uma enorme euforia ao setor, há também um grande desafio a ser superado, de forma rápida. Não há mais tempo para questionar se isto acontecerá ou não, as decisões que resolverão este tema, de forma duradoura, terão que ser tomadas, imediatamente. No mercado a externo a situação é ainda mais complexa.

Se não tivéssemos tido o nível de chuvas destes últimos meses, teríamos entrado em um novo apagão energético?
Às vésperas de um novo leilão de energia, reunimos especialistas em geração, transmissão, distribuição, comercialização, grandes consumidores e analistas de todos os elos do sistema energético brasileiro para avaliarem esta nova situação.

A revista Opiniões foi convidada para organizar o IX Fórum Internacional sobre o Futuro do Álcool, o Evento Oficial de Abertura da XV Fenasucro e V Agrocana, as maiores feiras industrial e agrícola do mundo no setor de Açúcar & Álcool. Para a montagem do evento, fizemos uma pesquisa de mercado para descobrir quais eram os assuntos que o setor sucroalcooleiro julgava como de maior importância no momento, os quais avaliava e necessitava de amplo e profundo debate. Foram apontados como pauta:
A relação do setor sucroalcooleiro com o Meio Ambiente: Para montar uma mesa de trabalho sobre este assunto, convidamos a Ministra Marina Silva, que, coordenando técnicos e especialistas de meio ambiente e as principais lideranças do setor no país, realizaram, segundo especialistas, um dos melhores e mais importantes eventos do setor sucroalcooleiro.
O crescimento Ideal do setor sucroalcooleiro e o Tamanho do Mercado Mundial: Convidamos o Ministro Roberto Rodrigues para comandar uma segunda mesa de trabalho que envolveu respeitáveis especialistas de vários segmentos da cadeia produtiva.
O resultado deste evento foi de tamanho sucesso e a quantidade de pedidos de cópias das paletras foi tamanha que resolvemos montar uma edição contendo todas as palestras do Fórum. Avaliamos que seria muito importante levar para 7.000 executivos do setor o que 700 deles presenciaram. A edição esgotou após uma semana da publicação. Confira a qualidade do material produzido.

Nenhum negócio se sustentará, ao longo do tempo, sem que dê atenção para as questões sociais, ambientais e econômicas. Ele poderá, pelas características de seus administradores, privilegiar um destes assuntos em detrimento dos outros dois, por algum tempo ou por todo o tempo, mas jamais poderá desprezá-lo. Pois, se assim agir, mais cedo ou mais tarde, este negócio vai quebrar. O assunto Sustentabilidade lembra um banquinho de 3 pernas, que pode até manter-se com uma perna mais curta que outra, mas não permanecerá de pé se uma das pernas faltar. Não existe um negócio que seja 100% sustentável, mas o equilíbrio deste tripé deve ser continuadamente buscado. Somente poderá ser considerado sustentável o desenvolvimento de um negócio, se for baseado em um tripé ambientalmente correto, socialmente justo e economicamente viável. Na medida em que o Mercado Externo foi ganhando importância dentro do setor sucroalcooleiro, sustentando toda a projeção de expansão, o assunto Sustentabilidade foi ganhando espaço e preferência, a ponto de ser hoje o assunto de maior interesse dentro do setor.

Até a metade deste século, teremos que completar uma mudança radical nas nossas fontes de energia e nas tecnologias de uso final dessas fontes, adotando, cada vez mais, fontes renováveis de energia. Esta edição passeia por este assunto. Aliás, fala de todas as energias disponíveis, como petróleo, carvão, gás, nuclear, biomassa tradicional, biomassa moderna, geotérmica, eólica, solar, PCH, hidroelétricas...
Commodity mundial
Jan-Mar 2007

Em 1998, o Editorial do Manifesto de Sertãozinho, avaliando as paletras realizadas e o resultado alcançado no Fórum Nacional sobre o Futuro do Álcool, realizado para buscar um Norte para a catastrófica situação do Setor Sucroalcooleiro (com o Açúcar cotado no mercado internacional a 4 cents por Libra peso e o Álcool vendido na Usina por R$ 0,15/Litro - exatamente a metade do seu preço de custo de produção), escreveu-se: "... Atingido pela mesma tempestade, o Fornecedor de Cana teve que aceitar o valor de R$ 7,50 por tonelada, insuficiente para custear o corte, carregamento e transporte da cana. Depois a Usina voltaria a conversar com o Fornecedor sobre o restante. Se ainda houvesse restante... Se ainda houvesse Usina..."
Quem em sã consciência poderia imaginar esta reviravolta? Veja nesta edição o patamar seguro, tranquilo e promissor no qual está alicerçado a nova realidade do Álcool Brasileiro.

Já não são mais 94 como se informava na edição anterior. Nesta edição estamos identificando as cidades e os grupos econômicos envolvidos na implantação de 136 novas unidades no país. A edição traz as opiniões de todos os setores envolvidos nesta mega-operação que está chamando a atenção do mundo todo. Além de um seletíssimo time de visão estratégica, avaliando o assunto de Pauta, a edição também apresenta alguns estudos científicos considerados como verdadeiras obras-primas, como:
►Uma pesquisa realizada sobre o setor canavieiro na América Central;
►O Impacto da Cogeração das novas Usinas e o uso da Palha;
►O Zoneamento Edafoclimático brasileiro lastreando um estudo estratégico para a ampliação da produção do álcool para a substituição entre 5% e 10% da gasolina consumida em todo o Mundo, e
►A influência do desmatamento da Amazônia sobre o clima do Sudeste e Sul do Brasil, através da avaliação do movimento da Biosfera e na Atmosfera.
Uma observação a respeito do valor científico, empresarial, econômico e comercial da edição: Ela esgotou-se 6 dias após a publicação.

Estão sendo implantadas no país 94 novas usinas e destilarias e, quase todas, planejam entrar em funcionamento nos próximos 5 anos. Para viabilizá-las será necessário quase que dobrar o tamanho do canavial brasileiro, envolvendo não somente as terras próximas às usinas já existentes, bem como a abertura de novas fronteiras agrícolas.
O setor sucroalcooleiro tem como maior entrave para a viabilização dessa expansão as legislações ambientais federal e estadual, em função da grande dificuldade tida para a liberação da licença de instalação destas novas indústrias.
Nesta edição convidamos para discutir esta questão os maiores especialistas do assunto no país, envolvendo os Ministérios do Meio Ambiente e da Agricultura, as secretarias, orgãos e institutos de orientação e fiscalização, promotoria pública, produtores, cientistas, juristas e demais representantes de todos os lados da questão.

Existe um Lei que determina que o Governo Federal é o único responsável pela estruturação do estoque estratégico de álcool para garantir o abastecimento durante o período de entressafras. Mas, no Brasil, tem algumas leis que não pegam. Por absurdo que possa parecer, isto também acontece com o Governo Federal.
Quando acontece qualquer sinal ou ocorrência real de desabastecimento, a mídia nacional televisiva, por ignorância ou conveniência, coloca o "usineiro" (com todo destaque e peso pejorativo que pode dar a palavra), como o responsável pela situação. Vivendo um novo tempo de administração e de cenário o setor se prepara para viabilizar a estruturação deste estoque de passagens. Se o governo não atrapalhar, deve dar certo...

Há muito pouco tempo, a maioria absoluta das usinas, em suas manutenções anuais, abriam todos os equipamentos existentes em seu parque industrial e trocava todos os rolamentos, buchas, juntas, óleos, graxas e todo o material passível de substituição, que se via pela frente. Isto era feito para evitar paradas no meio da próxima safra. O custo da manutenção era imenso. Hoje, com a aplicação das novas tecnologias disponíveis para a administração, controle e execução da manutenção, pode-se definir a necessidade ou não da substituição, disponibilizando os equipamentos, com um grande grau de segurança, para a próxima safra. As intervenções foram reduzidas ao mínimo possível. As usinas mais avançadas nesta área, já passam a administrar os riscos através de monitoramento direto, procurando estender ao máximo o momento da troca. A relação custo-benefício passa a ser utilizada no extremo de sua utilidade. Neste novo cenário, os custos da manutenção, por conseguinte, despencaram. Veja nesta edição tudo o que existe de mais moderno nesta área.

Estão sendo construídas no país mais de 40 novas usinas e destilarias. Este é o momento de decisão. É a hora de se optar pela velha, testada e segura tecnologia ou pela nova, ainda não tão testada, e, consequentemente, não tão segura como se gostaria, mas que promete ser mais eficaz, mais eficiente, de melhor custo operacional, etc, etc. Convidamos, nesta edição, conhecidos e respeitáveis consultores e fornecedores do setor sucroalcooleiro para falar sobre o estado-da-arte da tecnologia disponível no setor. Formamos um bloco para cada uma das etapas produtivas do álcool e do açúcar, indo desde a recepção da cana-de-açúcar na usina até a colocação do álcool e açúcar no porto, dando assim prosseguimento ao estudo iniciado na edição passada. O ciclo agora está completo.

Reunimos, nesta edição, os maiores cientistas do país analisando todas as operações agrícolas da produção da cana-de-açúcar, envolvendo desde o desenvolvimento genético de novas das variedades, passando pela mecanização do preparo do solo e do plantio, pelos tratos culturais, pela adubação da cana planta e cana soca, manejo da lavoura de cana, pelo manejo da lavoura de cana, pelas doenças e pragas, pela mecanização da colheita, pela utilização do palhiço da cana, finalizando com o complexo de ações envolvendo o transporte da cana da lavoura para a usina.

Estão sendo construídas ou em projeto de construção no país algo em torno de 42 novas usinas. Excluindo as unidades que estejam paralizadas, em grande número por pendências judiciais envolvendo herdeiros, temos por volta de 333 usinas em funcionamento neste momento no Brasil. Assim, a implantação destas novas indústrias representa um crescimento de 13% no número de unidades instaladas. Não se trata de um aumento de produção de 13%, mas do poder de produção. Nenhum setor industrial no país vive um momento assemelhado, talvez com paralelo apenas na China atual.
Todas estas novas empresas estão de olhos no mercado externo. Para avaliar a viabilidade e segurança deste mega investimento, reunimos nesta edição um time de notáveis, envolvendo executivos de visão estratégica, produtores, entidades, especialistas em comercialização e comércio externo, analisando mercados como Japão, China, Estados Unidos, Alemanha, Europa como um todo, dentre outros.

O Brasil tem condições de quadruplicar o volume de sua produção de álcool. O mundo é comprador deste imenso volume de combustível. Entretanto, não temos estradas e muito menos portos para fazer este álcool chegar até o comprador. Reunimos, nesta edição, representantes de todos os elos da cadeia envolvidos na busca de soluções deste instransponível entrave ao desenvolvimento do país. Chamamos a expor suas opiniões o Ministério dos Transportes, da Integração Social, de operações portuárias, administração de portos, transporte ferroviário, transporte marítimo, transporte rodoviário, transporte fluvial, fornecedores de equipamentos e infra-estrutura de estradas e portos, comercializadores e produtores.

A Cia. Energética Santa Elisa passa a gerar, com o bagaço de cana, energia suficiente para abastecer, durante todos os meses do ano, uma cidade de 500 mil habitantes. A Koblitz implanta, no sul do país, uma usina de energia elétrica com resíduos de madeiras provenientes das serrarias locais. O Unibanco, liderando um pool de investidores, instala em São Paulo a maior usina de gás de aterro sanitário do mundo, que consume 50% dos desejos produzidos por toda a cidade de São Paulo. Afinal vale a pena cogerar?
Às vésperas da implantação do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica, o Proinfa, reunimos especialistas em geração, transmissão, distribuição, comercialização, grandes consumidores, analistas do mercado de crédito de carbono, especialistas em estudos de viabilidade econômica e financeira, dentre outros. As matérias apresentam desde tradicionais receitas a radicais, ousadas e estruturadas soluções de quebras de paradigmas.

Esta é a edição de lançamento do projeto da revista Opiniões. Com olhos na busca da Excelência, o editorial apresenta as bases gerais deste projeto. Como missão, a revista Opiniões define-se como uma vitrine de opiniões pessoais, com esforço focado na formação e estruturação do pensamento do empresário do agronegócio brasileiro, preocupando-se estrategicamente em antever situações para construir soluções com tempo suficiente para dissolver seus efeitos nocivos ou aproveitar os benefícios de suas vantagens.
O primeiro objetivo da revista Opiniões é descobrir assuntos para os quais se busca uma solução de consenso, temas de interesse nacional, cujas soluções pode definir de maneira significativa o norte do setor. Descoberto o problema, busquemos a solução. O segundo objetivo é localizar pessoas que, ao longo dos anos de trabalho, desenvolveram bagagem realmente respeitável de conhecimento e provocá-los a exporem suas opiniões.
A primeira edição da revista Opiniões dedica-se a fazer uma profunda análise do mercado brasileiro do álcool, envolvendo os principais players deste mercado.